2020•Hematology Transfusion and Cell TherapyOpen access

HEALTH-RELATED QUALITY OF LIFE OUTCOMES FROM THE PHASE 3 CANDOR STUDY COMPARING CARFILZOMIB, DEXAMETHASONE, AND DARATUMUMAB TO CARFILZOMIB AND DEXAMETHASONE IN PATIENTS WITH RELAPSED OR REFRACTORY MULTIPLE MYELOMA

David Samuel DiCapua Siegel, Katja Christina Weisel, Anita Zahlten‐Kumeli, Rohan Medhekar, Sandhya J. Sapra, Bifeng Ding, Xavier P Leleu

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Abstract

hematol transfus cell ther. 2 0 2 0;4 2(S 2):S1-S567causas infecciosas e reumatológicas.Foi inclusive realizado painel de alterac ¸ões genéticas para síndromes febris, sem se chegar a um diagnóstico.Como paciente apresentava quadro febril, sem etiologia, associado a gamopatia monoclonal, o diagnóstico de variante de Síndrome de Schnitzler foi feito, mesmo sem acometimento cutâneo.Prova terapêutica foi iniciada com prednisona 20 mg ao dia, sendo associado a Colchicina na dose de 4 mg.Paciente apresentou remissão com tratamento não sendo necessário uso de anticorpo monoclonal.Discussão: Terré et al. discute o caso de cinco pacientes com clínica muito semelhante a do paciente de nosso caso: febre recorrente de origem obscura associado a gamopatia monoclonal sem fechar critérios para Sindrome de Schnitzler.Ele sugere tratar-se de uma nova síndrome, denominada por eles de síndrome MGARF (gamopatia monoclonal, artralgias e febre recorrente) que, assim como a SS, estaria incluído no grupo das gamopatias monoclonais de significado inflamatório (MGIS).O tratamento em casos sem grande impacto na qualidade de vida dos pacientes e com provas inflamatórias não muito elevadas incluem colchicina, anti-inflamatórios não esteroidais e corticóides.Casos mais severos se beneficiam do uso de anticorpo monoclonal anti-IL1.A menor parte dos pacientes atingem remissão a longo prazo, com reicidivas ao se tentar suspender as medicac ¸ões.Nosso paciente apresentou boa remissão com uso de colchicina e corticóide em doses baixas.Conclusão: Apresentamos o caso de um paciente com clínica sugestiva de síndrome MGARF conforme descrito por Terré et al.

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hematol transfus cell ther. 2 0 2 0;4 2(S 2):S1-S567causas infecciosas e reumatológicas.Foi inclusive realizado painel de alterac ¸ões genéticas para síndromes febris, sem se chegar a um diagnóstico.Como paciente apresentava quadro febril, sem etiologia, associado a gamopatia monoclonal, o diagnóstico de variante de Síndrome de Schnitzler foi feito, mesmo sem acometimento cutâneo.Prova terapêutica foi iniciada com prednisona 20 mg ao dia, sendo associado a Colchicina na dose de 4 mg.Paciente apresentou remissão com tratamento não sendo necessário uso de anticorpo monoclonal.Discussão: Terré et al. discute o caso de cinco pacientes com clínica muito semelhante a do paciente de nosso caso: febre recorrente de origem obscura associado a gamopatia monoclonal sem fechar critérios para Sindrome de Schnitzler.Ele sugere tratar-se de uma nova síndrome, denominada por eles de síndrome MGARF (gamopatia monoclonal, artralgias e febre recorrente) que, assim como a SS, estaria incluído no grupo das gamopatias monoclonais de significado inflamatório (MGIS).O tratamento em casos sem grande impacto na qualidade de vida dos pacientes e com provas inflamatórias não muito elevadas incluem colchicina, anti-inflamatórios não esteroidais e corticóides.Casos mais severos se beneficiam do uso de anticorpo monoclonal anti-IL1.A menor parte dos pacientes atingem remissão a longo prazo, com reicidivas ao se tentar suspender as medicac ¸ões.Nosso paciente apresentou boa remissão com uso de colchicina e corticóide em doses baixas.Conclusão: Apresentamos o caso de um paciente com clínica sugestiva de síndrome MGARF conforme descrito por Terré et al.

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hematol transfus cell ther. 2 0 2 0;4 2(S 2):S1-S567causas infecciosas e reumatológicas.Foi inclusive realizado painel de alterac ¸ões genéticas para síndromes febris, sem se chegar a um diagnóstico.Como paciente apresentava quadro febril, sem etiologia, associado a gamopatia monoclonal, o diagnóstico de variante de Síndrome de Schnitzler foi feito, mesmo sem acometimento cutâneo.Prova terapêutica foi iniciada com prednisona 20 mg ao dia, sendo associado a Colchicina na dose de 4 mg.Paciente apresentou remissão com tratamento não sendo necessário uso de anticorpo monoclonal.Discussão: Terré et al. discute o caso de cinco pacientes com clínica muito semelhante a do paciente de nosso caso: febre recorrente de origem obscura associado a gamopatia monoclonal sem fechar critérios para Sindrome de Schnitzler.Ele sugere tratar-se de uma nova síndrome, denominada por eles de síndrome MGARF (gamopatia monoclonal, artralgias e febre recorrente) que, assim como a SS, estaria incluído no grupo das gamopatias monoclonais de significado inflamatório (MGIS).O tratamento em casos sem grande impacto na qualidade de vida dos pacientes e com provas inflamatórias não muito elevadas incluem colchicina, anti-inflamatórios não esteroidais e corticóides.Casos mais severos se beneficiam do uso de anticorpo monoclonal anti-IL1.A menor parte dos pacientes atingem remissão a longo prazo, com reicidivas ao se tentar suspender as medicac ¸ões.Nosso paciente apresentou boa remissão com uso de colchicina e corticóide em doses baixas.Conclusão: Apresentamos o caso de um paciente com clínica sugestiva de síndrome MGARF conforme descrito por Terré et al.

Key concepts: Carfilzomib, Daratumumab, Dexamethasone, Medicine, Refractory (planetary science), Oncology, Multiple myeloma, Internal medicine

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HEALTH-RELATED QUALITY OF LIFE OUTCOMES FROM THE PHASE 3 CANDOR STUDY COMPARING CARFILZOMIB, DEXAMETHASONE, AND DARATUMUMAB TO CARFILZOMIB AND DEXAMETHASONE IN PATIENTS WITH RELAPSED OR REFRACTORY MULTIPLE MYELOMA — Research Paper | ScholarLens