2019Summa PhytopathologicaOpen access

Componentes bioquímicos e epidemiológicos associados à resistência do arroz à mancha parda

Keilor da Rosa Dorneles, Paulo César Pazdiora, Dionatam Marquezin, Ihan Gonçalves Rebhahn, Thomas Natali Morello, Leandro José Dallagnol

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Abstract

RESUMO A mancha parda (Bipolaris oryzae) é uma das mais importantes doenças foliares do arroz. Nesse estudo, alguns componentes de resistência e algumas variáveis bioquímicas amplamente conhecidas como mecanismos de defesa de plantas contra patógenos foram avaliadas em genótipos de arroz classificados, segundo SOSBAI, como moderadamente suscetível, moderadamente resistente e resistente, buscando entender epidemiológica e bioquimicamente como ocorre a variação na resistência dos diferentes genótipos. Sete cultivares de arroz foram inoculadas com 1 × 104 conídios mL-1 de B. oryzae nas quais foram avaliados os seguintes componentes de resistência: eficiência relativa de infecção (ERI); número final de lesão (NFL); comprimento final de lesão (CFL); taxa de expansão de lesão (r) e a severidade final (SF). Além disso, também foram avaliadas variáveis bioquímicas, como atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), peroxidase (POX), quitinase (QUI) e fenilalanina amônia-liase (FAL). Os resultados demonstram diferenças significativas entre as cultivares para os componentes de resistência, bem como nas atividades enzimáticas. Todos os genótipos testados foram suscetíveis a B. oryzae, variando quanto ao nível de resistência parcial a mancha parda. As variáveis de r e CFL apresentaram maior correlação com a SF indicando serem as variáveis que mais influenciam a intensidade final da doença em cada genótipo. Os genótipos com maior resistência parcial a mancha parda apresentaram alterações caracterizadas como antecipação, potencialização e prorrogação da atividade das enzimas QUI, FAL, CAT e POX.

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RESUMO A mancha parda (Bipolaris oryzae) é uma das mais importantes doenças foliares do arroz. Nesse estudo, alguns componentes de resistência e algumas variáveis bioquímicas amplamente conhecidas como mecanismos de defesa de plantas contra patógenos foram avaliadas em genótipos de arroz classificados, segundo SOSBAI, como moderadamente suscetível, moderadamente resistente e resistente, buscando entender epidemiológica e bioquimicamente como ocorre a variação na resistência dos diferentes genótipos. Sete cultivares de arroz foram inoculadas com 1 × 104 conídios mL-1 de B. oryzae nas quais foram avaliados os seguintes componentes de resistência: eficiência relativa de infecção (ERI); número final de lesão (NFL); comprimento final de lesão (CFL); taxa de expansão de lesão (r) e a severidade final (SF). Além disso, também foram avaliadas variáveis bioquímicas, como atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), peroxidase (POX), quitinase (QUI) e fenilalanina amônia-liase (FAL). Os resultados demonstram diferenças significativas entre as cultivares para os componentes de resistência, bem como nas atividades enzimáticas. Todos os genótipos testados foram suscetíveis a B. oryzae, variando quanto ao nível de resistência parcial a mancha parda. As variáveis de r e CFL apresentaram maior correlação com a SF indicando serem as variáveis que mais influenciam a intensidade final da doença em cada genótipo. Os genótipos com maior resistência parcial a mancha parda apresentaram alterações caracterizadas como antecipação, potencialização e prorrogação da atividade das enzimas QUI, FAL, CAT e POX.

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RESUMO A mancha parda (Bipolaris oryzae) é uma das mais importantes doenças foliares do arroz. Nesse estudo, alguns componentes de resistência e algumas variáveis bioquímicas amplamente conhecidas como mecanismos de defesa de plantas contra patógenos foram avaliadas em genótipos de arroz classificados, segundo SOSBAI, como moderadamente suscetível, moderadamente resistente e resistente, buscando entender epidemiológica e bioquimicamente como ocorre a variação na resistência dos diferentes genótipos. Sete cultivares de arroz foram inoculadas com 1 × 104 conídios mL-1 de B. oryzae nas quais foram avaliados os seguintes componentes de resistência: eficiência relativa de infecção (ERI); número final de lesão (NFL); comprimento final de lesão (CFL); taxa de expansão de lesão (r) e a severidade final (SF). Além disso, também foram avaliadas variáveis bioquímicas, como atividade das enzimas superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT), peroxidase (POX), quitinase (QUI) e fenilalanina amônia-liase (FAL). Os resultados demonstram diferenças significativas entre as cultivares para os componentes de resistência, bem como nas atividades enzimáticas. Todos os genótipos testados foram suscetíveis a B. oryzae, variando quanto ao nível de resistência parcial a mancha parda. As variáveis de r e CFL apresentaram maior correlação com a SF indicando serem as variáveis que mais influenciam a intensidade final da doença em cada genótipo. Os genótipos com maior resistência parcial a mancha parda apresentaram alterações caracterizadas como antecipação, potencialização e prorrogação da atividade das enzimas QUI, FAL, CAT e POX.

Key concepts: Horticulture, Biology

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