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Impact of fixed time artificial insemination on reproductive efficiency of high-producing dairy cows.

Alexandre de Oliveira Teixeira

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Abstract

O presente experimento foi realizado com o objetivo de avaliar o impacto da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) na eficiência reprodutiva de vacas de leite de alta produção inseminadas no período pós-parto. Vacas Holandesas com média de 50 dias pós-parto foram distribuídas homogeneamente em um de dois grupos experimentais, levando em consideração a presença ou ausência de corpo lúteo (CL), o escore de condição corporal e a produção de leite. No grupo Controle (G-Controle; n = 490), as vacas foram submetidas à observação do comportamento de aceitação de monta (duas vezes ao dia por uma hora) e inseminadas 12 horas após a primeira detecção. No grupo IATF (G-IATF; n = 495), as vacas receberam um implante auricular de norgestomet, mantido por oito dias, e 2 mg de benzoato de estradiol IM no dia 0 (D0; dia aleatório do ciclo estral). No momento da retirada do implante (D8) foram administrados 150 µg de prostaglandina F2α, 400 UI de gonadotrofina coriônica eqüina e 1 mg de cipionato de estradiol. A IATF foi realizada de 54 a 56 h após a retirada do implante auricular, concomitante à administração de 100 µg de gonadorelina. Após a IATF, as vacas foram submetidas à observação de cio com subseqüente inseminação, seguindo os mesmos critérios descritos para o G-Controle. Amostras de sangue foram colhidas de um subgrupo de animais (G-Controle, n = 50; G-IATF, n = 58) 5 e 11 dias após a primeira inseminação artificial (IA) para dosagem de progesterona (P4) circulante. Todos os animais foram mantidos no experimento até a terceira IA ou 150 dias após o parto e os tratamentos foram realizados no inverno e no verão. O diagnóstico de gestação foi realizado aos 30 dias pós-IA por ultrassonografia e aos 60 dias pós-IA por palpação transretal. Os dados binomiais foram analisados por regressão logística utilizando o PROC GLIMMIX e as variáveis contínuas por ANOVA utilizando PROC GLM do SAS. Não se verificou interação entre estação do ano e tratamento na análise das taxas de concepção, perda gestacional, intervalo entre IAs, intervalo parto-concepção (IPC) e taxa de prenhez aos 150 dias pós-parto. Os resultados são indicativos de que não existem diferenças nas taxas de concepção entre os diferentes grupos após as IAs (primeira, segunda e terceira). A perda gestacional relativa à primeira IA foi maior nas vacas do G-IATF. Os intervalos parto-primeira IA, parto-segunda IA e parto-concepção foram inferiores para as vacas do G-IATF. Entretanto, o intervalo entre a primeira e a segunda IA foi maior para o G-IATF. Não houve diferença na taxa de prenhez aos 150 dias entre os grupos. Ainda, a taxa de serviço (TS) nos primeiros 21 dias após o período voluntário de espera (PVE) foi maior para o grupo IATF. Entretanto, a TS entre 21 e 42 dias após o PVE foi maior para o G-Controle. As concentrações circulantes de P4 não diferiram entre os grupos e as estações do ano. Concluiu-se que o emprego da IATF 60 dias pós-parto foi eficiente para diminuir o IPC. Contudo, a porcentagem de vacas prenhes aos 150 pós-parto foi semelhante entre os dois tratamentos (Controle e IATF)

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O presente experimento foi realizado com o objetivo de avaliar o impacto da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) na eficiência reprodutiva de vacas de leite de alta produção inseminadas no período pós-parto. Vacas Holandesas com média de 50 dias pós-parto foram distribuídas homogeneamente em um de dois grupos experimentais, levando em consideração a presença ou ausência de corpo lúteo (CL), o escore de condição corporal e a produção de leite. No grupo Controle (G-Controle; n = 490), as vacas foram submetidas à observação do comportamento de aceitação de monta (duas vezes ao dia por uma hora) e inseminadas 12 horas após a primeira detecção. No grupo IATF (G-IATF; n = 495), as vacas receberam um implante auricular de norgestomet, mantido por oito dias, e 2 mg de benzoato de estradiol IM no dia 0 (D0; dia aleatório do ciclo estral). No momento da retirada do implante (D8) foram administrados 150 µg de prostaglandina F2α, 400 UI de gonadotrofina coriônica eqüina e 1 mg de cipionato de estradiol. A IATF foi realizada de 54 a 56 h após a retirada do implante auricular, concomitante à administração de 100 µg de gonadorelina. Após a IATF, as vacas foram submetidas à observação de cio com subseqüente inseminação, seguindo os mesmos critérios descritos para o G-Controle. Amostras de sangue foram colhidas de um subgrupo de animais (G-Controle, n = 50; G-IATF, n = 58) 5 e 11 dias após a primeira inseminação artificial (IA) para dosagem de progesterona (P4) circulante. Todos os animais foram mantidos no experimento até a terceira IA ou 150 dias após o parto e os tratamentos foram realizados no inverno e no verão. O diagnóstico de gestação foi realizado aos 30 dias pós-IA por ultrassonografia e aos 60 dias pós-IA por palpação transretal. Os dados binomiais foram analisados por regressão logística utilizando o PROC GLIMMIX e as variáveis contínuas por ANOVA utilizando PROC GLM do SAS. Não se verificou interação entre estação do ano e tratamento na análise das taxas de concepção, perda gestacional, intervalo entre IAs, intervalo parto-concepção (IPC) e taxa de prenhez aos 150 dias pós-parto. Os resultados são indicativos de que não existem diferenças nas taxas de concepção entre os diferentes grupos após as IAs (primeira, segunda e terceira). A perda gestacional relativa à primeira IA foi maior nas vacas do G-IATF. Os intervalos parto-primeira IA, parto-segunda IA e parto-concepção foram inferiores para as vacas do G-IATF. Entretanto, o intervalo entre a primeira e a segunda IA foi maior para o G-IATF. Não houve diferença na taxa de prenhez aos 150 dias entre os grupos. Ainda, a taxa de serviço (TS) nos primeiros 21 dias após o período voluntário de espera (PVE) foi maior para o grupo IATF. Entretanto, a TS entre 21 e 42 dias após o PVE foi maior para o G-Controle. As concentrações circulantes de P4 não diferiram entre os grupos e as estações do ano. Concluiu-se que o emprego da IATF 60 dias pós-parto foi eficiente para diminuir o IPC. Contudo, a porcentagem de vacas prenhes aos 150 pós-parto foi semelhante entre os dois tratamentos (Controle e IATF)

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Method / approach

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Main findings

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Limitations

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Applications

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Available abstract

O presente experimento foi realizado com o objetivo de avaliar o impacto da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) na eficiência reprodutiva de vacas de leite de alta produção inseminadas no período pós-parto. Vacas Holandesas com média de 50 dias pós-parto foram distribuídas homogeneamente em um de dois grupos experimentais, levando em consideração a presença ou ausência de corpo lúteo (CL), o escore de condição corporal e a produção de leite. No grupo Controle (G-Controle; n = 490), as vacas foram submetidas à observação do comportamento de aceitação de monta (duas vezes ao dia por uma hora) e inseminadas 12 horas após a primeira detecção. No grupo IATF (G-IATF; n = 495), as vacas receberam um implante auricular de norgestomet, mantido por oito dias, e 2 mg de benzoato de estradiol IM no dia 0 (D0; dia aleatório do ciclo estral). No momento da retirada do implante (D8) foram administrados 150 µg de prostaglandina F2α, 400 UI de gonadotrofina coriônica eqüina e 1 mg de cipionato de estradiol. A IATF foi realizada de 54 a 56 h após a retirada do implante auricular, concomitante à administração de 100 µg de gonadorelina. Após a IATF, as vacas foram submetidas à observação de cio com subseqüente inseminação, seguindo os mesmos critérios descritos para o G-Controle. Amostras de sangue foram colhidas de um subgrupo de animais (G-Controle, n = 50; G-IATF, n = 58) 5 e 11 dias após a primeira inseminação artificial (IA) para dosagem de progesterona (P4) circulante. Todos os animais foram mantidos no experimento até a terceira IA ou 150 dias após o parto e os tratamentos foram realizados no inverno e no verão. O diagnóstico de gestação foi realizado aos 30 dias pós-IA por ultrassonografia e aos 60 dias pós-IA por palpação transretal. Os dados binomiais foram analisados por regressão logística utilizando o PROC GLIMMIX e as variáveis contínuas por ANOVA utilizando PROC GLM do SAS. Não se verificou interação entre estação do ano e tratamento na análise das taxas de concepção, perda gestacional, intervalo entre IAs, intervalo parto-concepção (IPC) e taxa de prenhez aos 150 dias pós-parto. Os resultados são indicativos de que não existem diferenças nas taxas de concepção entre os diferentes grupos após as IAs (primeira, segunda e terceira). A perda gestacional relativa à primeira IA foi maior nas vacas do G-IATF. Os intervalos parto-primeira IA, parto-segunda IA e parto-concepção foram inferiores para as vacas do G-IATF. Entretanto, o intervalo entre a primeira e a segunda IA foi maior para o G-IATF. Não houve diferença na taxa de prenhez aos 150 dias entre os grupos. Ainda, a taxa de serviço (TS) nos primeiros 21 dias após o período voluntário de espera (PVE) foi maior para o grupo IATF. Entretanto, a TS entre 21 e 42 dias após o PVE foi maior para o G-Controle. As concentrações circulantes de P4 não diferiram entre os grupos e as estações do ano. Concluiu-se que o emprego da IATF 60 dias pós-parto foi eficiente para diminuir o IPC. Contudo, a porcentagem de vacas prenhes aos 150 pós-parto foi semelhante entre os dois tratamentos (Controle e IATF)

Key concepts: Artificial insemination, Insemination, Dairy cattle, Animal science, Biology, Mathematics, Pregnancy, Genetics

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Impact of fixed time artificial insemination on reproductive efficiency of high-producing dairy cows. — Research Paper | ScholarLens