2005Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina LaboratorialOpen access

Análise imuno-histoquímica das citoqueratinas em ameloblastoma e tumor odontogênico adenomatóide

Fernanda Ferreira Lopes, Maria Carmen Fontoura Nogueira de Cruz, Antonio Luiz do Amaral Pereira, Éricka Janine Dantas da Silveira, Hébel Cavalcanti Galvão, Lélia Batista de Souza, Roseana de Almeida Freitas

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Abstract

OBJETIVO: O presente trabalho teve por objetivo traçar o perfil das citoqueratinas (CKs) 7, 8, 10, 13, 14, 18 e 19 em ameloblastomas e tumor odontogênico adenomatóide (TOA) visando contribuir para o entendimento da histogênese desses tumores e somar com os resultados já relatados na literatura. MATERIAL E MÉTODO: do arquivo do Laboratório de Anatomia Patológica do Departamento de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi selecionada uma amostra com dez casos de ameloblastomas e oito de TOA para o estudo imuno-histoquímico, utilizando-se anticorpos anti-CKs pelo método da estreptoavidina-biotina. RESULTADOS: Observou-se que nos ameloblastomas a CK 14 esteve presente em todos os casos, enquanto a CK 19 foi observada nas células periféricas (oito casos) e nas centrais (cinco casos). Para os TOA, observou-se imunopositividade para a CK 14 em todos os casos, enquanto a CK 19 esteve marcada predominantemente nas células ductais (seis casos). CONCLUSÃO: As citoqueratinas são expressas de forma variada nos ameloblastomas e nos TOA, os quais preservam CK típicas do germe dental em estágios avançados do desenvolvimento, confirmando sua origem exclusiva a partir do epitélio odontogênico e não se evidenciando CK características do epitélio escamoso.

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OBJETIVO: O presente trabalho teve por objetivo traçar o perfil das citoqueratinas (CKs) 7, 8, 10, 13, 14, 18 e 19 em ameloblastomas e tumor odontogênico adenomatóide (TOA) visando contribuir para o entendimento da histogênese desses tumores e somar com os resultados já relatados na literatura. MATERIAL E MÉTODO: do arquivo do Laboratório de Anatomia Patológica do Departamento de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi selecionada uma amostra com dez casos de ameloblastomas e oito de TOA para o estudo imuno-histoquímico, utilizando-se anticorpos anti-CKs pelo método da estreptoavidina-biotina. RESULTADOS: Observou-se que nos ameloblastomas a CK 14 esteve presente em todos os casos, enquanto a CK 19 foi observada nas células periféricas (oito casos) e nas centrais (cinco casos). Para os TOA, observou-se imunopositividade para a CK 14 em todos os casos, enquanto a CK 19 esteve marcada predominantemente nas células ductais (seis casos). CONCLUSÃO: As citoqueratinas são expressas de forma variada nos ameloblastomas e nos TOA, os quais preservam CK típicas do germe dental em estágios avançados do desenvolvimento, confirmando sua origem exclusiva a partir do epitélio odontogênico e não se evidenciando CK características do epitélio escamoso.

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OBJETIVO: O presente trabalho teve por objetivo traçar o perfil das citoqueratinas (CKs) 7, 8, 10, 13, 14, 18 e 19 em ameloblastomas e tumor odontogênico adenomatóide (TOA) visando contribuir para o entendimento da histogênese desses tumores e somar com os resultados já relatados na literatura. MATERIAL E MÉTODO: do arquivo do Laboratório de Anatomia Patológica do Departamento de Odontologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) foi selecionada uma amostra com dez casos de ameloblastomas e oito de TOA para o estudo imuno-histoquímico, utilizando-se anticorpos anti-CKs pelo método da estreptoavidina-biotina. RESULTADOS: Observou-se que nos ameloblastomas a CK 14 esteve presente em todos os casos, enquanto a CK 19 foi observada nas células periféricas (oito casos) e nas centrais (cinco casos). Para os TOA, observou-se imunopositividade para a CK 14 em todos os casos, enquanto a CK 19 esteve marcada predominantemente nas células ductais (seis casos). CONCLUSÃO: As citoqueratinas são expressas de forma variada nos ameloblastomas e nos TOA, os quais preservam CK típicas do germe dental em estágios avançados do desenvolvimento, confirmando sua origem exclusiva a partir do epitélio odontogênico e não se evidenciando CK características do epitélio escamoso.

Key concepts: Ameloblastoma, Immunohistochemistry, Medicine, Pathology, Dentistry, Maxilla

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