Mielopatias: considerações clínicas e aspectos etiológicos
José Correia de Farias Brito, Paulo Virgolino da Nóbrega
Abstract
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José Correia de Farias Brito, Paulo Virgolino da Nóbrega
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Realizamos estudo retrospectivo de 97 casos de mielopatias não traumáticas, internados no Departamento de Medicina Interna do Hospital Universitário Lauro Wanderley, no período de 1985 a 2002. Os pacientes estavam distribuídos em vários serviços de clínica médica e todos foram examinados por neurologista. A idade variou de 10 a 78 anos, sendo a média etária 39,8 anos. O líquido cefalorraqueano (LCR) foi analisado em 44 (45,3%) casos, tendo sido enviadas 32 (32,9%) amostras para testes imunológicos. Exploração radiológica da coluna vertebral foi realizada em 32 (32,9%) casos e constou dos seguintes exames: 8 radiografias simples, 10 tomografias computadorizadas (TC) e 14 ressonâncias magnéticas (RM). As lesões estavam localizadas nas regiões dorsal baixa e lombossacra em 41 (42,2%) casos e a secção transversa foi a forma mais frequente, sendo constatada em 61 (62,8%) casos. Os 42 (43,2%) casos de mielite transversa e os 15 (15,46%) casos de lesões compressivas representaram as afecções de maior comparecimento Dentre as mielites, a de origem esquistossomótica foi registrada em 13 (13,4%) casos, constituindo-se, assim, na forma mais frequente.
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Realizamos estudo retrospectivo de 97 casos de mielopatias não traumáticas, internados no Departamento de Medicina Interna do Hospital Universitário Lauro Wanderley, no período de 1985 a 2002. Os pacientes estavam distribuídos em vários serviços de clínica médica e todos foram examinados por neurologista. A idade variou de 10 a 78 anos, sendo a média etária 39,8 anos. O líquido cefalorraqueano (LCR) foi analisado em 44 (45,3%) casos, tendo sido enviadas 32 (32,9%) amostras para testes imunológicos. Exploração radiológica da coluna vertebral foi realizada em 32 (32,9%) casos e constou dos seguintes exames: 8 radiografias simples, 10 tomografias computadorizadas (TC) e 14 ressonâncias magnéticas (RM). As lesões estavam localizadas nas regiões dorsal baixa e lombossacra em 41 (42,2%) casos e a secção transversa foi a forma mais frequente, sendo constatada em 61 (62,8%) casos. Os 42 (43,2%) casos de mielite transversa e os 15 (15,46%) casos de lesões compressivas representaram as afecções de maior comparecimento Dentre as mielites, a de origem esquistossomótica foi registrada em 13 (13,4%) casos, constituindo-se, assim, na forma mais frequente.
Key concepts: Medicine, Dorsum, Physics, Nuclear medicine, Anatomy