1989•Revista da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São PauloOpen access

Fenos de capim de rhodes (chloris gayana) ou de alfafa (medicago sativa) para bezerros, em dietas com dois níveis protéicos. I. Digestibilidade

Carlos de Sousa Lucci, José Carlos Machado Nogueira Filho, Catarina Abdalla Gomide, César Gonçalves de Lima

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Abstract

Dezesseis bezerros machos, mestiços, com 55 kg a 65 kg de peso e cerca de 3 meses de idade, serviram em experimento de digestibilidade para comparar os seguintes tratamentos, dentro de um esquema fatorial 2 x 2, em delineamento de blocos ao acaso: A) feno de capim de Rhodes e concentrados, 13% PB; B) feno de capim de Rhodes e concentrados, 17% PB; C) feno de alfafa e concentrados, 13% PB; D) feno de alfafa e concentrados, 17% PB. As proporções de concentrados: volumosos foram 20% - 80% em uma primeira etapa experimental e 40 % - 60% em uma segunda etapa, realizada imediatamente após. Os resultados mostraram que com 20% de feno houve melhor retenção de N (44,2%), digestibilidade mais elevada da proteína (71,9%), porém digestibilidade inferior da fibra (37,1%) que com o emprego de 40 % do volumoso (30,0%; 66,8% e 52,6% respectivamente). A fibra foi melhor digerida quando o nível proteico das dietas era de 17% PB, (60,0%) em relação ao nível 13% PB (42,4%), dentro da proporção 40% de volumoso; já para a proporção 20X de volumoso, a matéria seca do tratamento com feno de alfafa foi melhor digerida (78,9%) que a do tratamento com feno de Rhodes (66,5%), dentro do nível de 17% PB.

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Dezesseis bezerros machos, mestiços, com 55 kg a 65 kg de peso e cerca de 3 meses de idade, serviram em experimento de digestibilidade para comparar os seguintes tratamentos, dentro de um esquema fatorial 2 x 2, em delineamento de blocos ao acaso: A) feno de capim de Rhodes e concentrados, 13% PB; B) feno de capim de Rhodes e concentrados, 17% PB; C) feno de alfafa e concentrados, 13% PB; D) feno de alfafa e concentrados, 17% PB. As proporções de concentrados: volumosos foram 20% - 80% em uma primeira etapa experimental e 40 % - 60% em uma segunda etapa, realizada imediatamente após. Os resultados mostraram que com 20% de feno houve melhor retenção de N (44,2%), digestibilidade mais elevada da proteína (71,9%), porém digestibilidade inferior da fibra (37,1%) que com o emprego de 40 % do volumoso (30,0%; 66,8% e 52,6% respectivamente). A fibra foi melhor digerida quando o nível proteico das dietas era de 17% PB, (60,0%) em relação ao nível 13% PB (42,4%), dentro da proporção 40% de volumoso; já para a proporção 20X de volumoso, a matéria seca do tratamento com feno de alfafa foi melhor digerida (78,9%) que a do tratamento com feno de Rhodes (66,5%), dentro do nível de 17% PB.

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Dezesseis bezerros machos, mestiços, com 55 kg a 65 kg de peso e cerca de 3 meses de idade, serviram em experimento de digestibilidade para comparar os seguintes tratamentos, dentro de um esquema fatorial 2 x 2, em delineamento de blocos ao acaso: A) feno de capim de Rhodes e concentrados, 13% PB; B) feno de capim de Rhodes e concentrados, 17% PB; C) feno de alfafa e concentrados, 13% PB; D) feno de alfafa e concentrados, 17% PB. As proporções de concentrados: volumosos foram 20% - 80% em uma primeira etapa experimental e 40 % - 60% em uma segunda etapa, realizada imediatamente após. Os resultados mostraram que com 20% de feno houve melhor retenção de N (44,2%), digestibilidade mais elevada da proteína (71,9%), porém digestibilidade inferior da fibra (37,1%) que com o emprego de 40 % do volumoso (30,0%; 66,8% e 52,6% respectivamente). A fibra foi melhor digerida quando o nível proteico das dietas era de 17% PB, (60,0%) em relação ao nível 13% PB (42,4%), dentro da proporção 40% de volumoso; já para a proporção 20X de volumoso, a matéria seca do tratamento com feno de alfafa foi melhor digerida (78,9%) que a do tratamento com feno de Rhodes (66,5%), dentro do nível de 17% PB.

Key concepts: Chloris gayana, Hay, Dry matter, Animal science, Forage, Medicago sativa, Biology, Neutral Detergent Fiber

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Fenos de capim de rhodes (chloris gayana) ou de alfafa (medicago sativa) para bezerros, em dietas com dois níveis protéicos. I. Digestibilidade — Research Paper | ScholarLens